A família tradicional vive um paradigma histórico onde podemos notar a necessidade de uma reforma estrutural de suas bases. Mais que ao mesmo tempo não pode ser respondida com tamanha facilidade, porque os paradigmas familiares não podem ser resolvidos por apenas um aspecto.
A família é estruturalmente e historicamente patriarcal, necessitando assim de uma reforma em sua imagem histórica, já que na atualidade a figura da mãe tem se destacado em autoridade em relação à posição do movimento patriarcal familiar.
Cada vez mais o movimento feminino tem garantido seu lugar junto ao meio social, mais a pergunta que fica é ate onde este movimento pode domar e restringir a participação masculina nos meios sociais.
Um dos outros paradigmas tem sido a vida em convívio familiar, já que esse convívio tem se transformado em uma problemática, devido o indivíduo ser obrigado a conviver com problemas e fatos que necessariamente não precisam ser relatados, porque em algum momento todos os seres acabam vivenciando.
O paradigma se encontra centrado na constituição familiar que por sinal muitas vezes não é estruturada de maneira coerente a viver todos os eixos em que é englobada, se faz necessário uma nova estruturação da base curricular familiar para novos momentos familiares, para que estes possam acompanhar o desenvolvimento social que a nova família pede.
Estruturação essa baseada na formação do individuo, e, em particular em cada área de atuação que sua natureza deve explorar futuramente. O preciso é a estruturação da família enquanto instituição formadora de indivíduos sociais, para construção de uma nova sociedade, com visão e participação critica – construtiva, da vivência de cada ser em seu determinado movimento familiar.
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